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Desci à casa do oleiro e vi que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas.
Mas o vaso, que ele fazia de barro, se quebrou na minha mão; pelo que o oleiro tornou a fazer dele outro vaso, conforme lhe pareceu.
Conf. Jeremias, 18-4,5
VirtualBooks
Formato: e-book/ PDF
Código: vbokeity22124
© VirtualBooks 2001,
Idioma: português
O livro conta a história de uma cadelinha que apareceu na porta de uma casa, onde duas meninas assitiam a um desenho na televisão, numa tarde de inverno.
Resumo do Primeiro Capítulo:
1. O ruído
À tarde as meninas estavam sentadas no sofá da sala, assistindo a um desenho na televisão.
De repente Sônia se impacientou. Perguntou para Carla:
- Foi você?
- Eu o quê?
Pausa.
- Não estou fazendo nada!
- Então não foi você que uivou feito cachorro?!
- Eu não! Não sou cachorro.
Voltaram a ficar caladas. Sônia, entretanto, desconfiada observou a irmã mais nova. Esta continuava de olho na TV. Todavia, como o ruído continuava, Sônia falou:
- Foi você, sim, Carla! Eu vi!
- Você viu o quê, Sônia? Por acaso você está ficando biruta?
Calaram-se novamente. E novamente Sônia vigiou Carla. Esta não desgrudava os olhos da TV.
Sônia aguçou os ouvidos. Desta vez percebeu que o ruído que tanto a incomodava vinha da porta da rua. Mas que ruído era esse, afinal? Tentou concentrar-se na televisão, não conseguiu.
No vídeo Jerry aprontava mais uma das suas com o pobre Tom e o gato bobalhão como sempre corria feito doido atrás do rato esperto.
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Fique com Deus e um forte abraço,
José Guimarães, Pouso Alegre-MG.

criado por José Guimarães
11:54:33VirtualBooks
Formato: e-book/ PDF
Código: bvbours9876
© VirtualBooks 2005,
Idioma: português, nº de páginas: 7
O Ursinho chorão
José Guimarães
Quando Cláudia chegou à casa de Maria, ela brincava com o seu ursinho de pelúcia.
- Que gracinha! - Cláudia se admirou. - Como é o nome dele?
- Ih, Cláudia, sabe que ainda não sei? - Maria respondeu, passando a mãozinha na cabeça.
- Por que não chama ele de Marquito?
- Marquito? Marquito?... Não. Marquito é um nome sem graça.
- Chama ele de Leão, então.
- De Leão... De Leão também não.
- De... Tigre!
- Também não. Meu ursinho é manso e tigre não é manso.
- Ah, já sei! De... Não sei nada não. Esqueci.
- Acho que vou chamar ele de Bíli.
- De Bíii-li?
- É.
- Por quê?
- Ah, porque gosto desse nome.
- Mas Bíli não é nome de urso.
- É sim. Mamãe falou assim que é. Ela contou que já teve um urso de nome Bilú. Daí troquei o u por i. Não fica bom?
- Não sei não, mas, já que você quer assim... Vamos brincar com o Bíli?
- Vamos!
Brincaram, brincaram e brincaram a tarde toda, sem se cansar. Como Maria achou que o ursinho não parava quieto, deu uma bronca nele:
- Bíli! Se você não parar, vou deixar você de castigo.
E aí, gostou do texto?
Que bom!
Esse livro foi escolhido para leitura em Bibliotecas Públicas da Ilha da Madeira, Portugal. É o meu primeiro livro que se torna conhecido fora do Brasil.
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Fique com Deus. Um abraço. José Guimarães, Pouso Alegre-MG
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criado por José Guimarães
00:06:02